Centro de Operações Rio reduz consumo de energia com painéis de luz solar

Publicado em 29/08/2019 - 17:57 | Atualizado em 29/08/2019 - 18:10
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Painel solar instalado no prédio do Centro de Operações Rio (COR), na Cidade Nova: economia de energia para os cofres públicos. Foto: divulgaçãoPainel solar instalado no prédio do Centro de Operações Rio (COR), na Cidade Nova: economia de energia para os cofres públicos. Foto: divulgação

O prédio do Centro de Operações Rio (COR) começou a produzir energia elétrica, para consumo interno, a partir de luz solar. Uma usina com 48 painéis fotovoltaicos foi instalada na cobertura do edifício, localizado na Cidade Nova. A medida faz parte do Plano de Eficiência Energética do COR, que também promoveu a troca de 878 lâmpadas fluorescentes por LEDs. A produção de energia dos painéis solares e o uso do LEDs permitem uma economia anual de aproximadamente 113,18 MWh. O valor é equivalente ao consumo de 51 residências – com famílias de quatro pessoas cada – por ano. O projeto de eficiência energética, aprovado na Chamada Pública de Projetos (CPP) do Programa de Eficiência Energética da Light, garante aproximadamente 9% de economia anual em eletricidade.

O investimento do projeto foi de R$ 250,2 mil, assim divididos:

  • R$ 226,2 mil de recursos do Programa de Eficiência Energética da Light, regulado pela ANEEL;
  • R$ 24 mil de contrapartida do COR.

A empresa Casa do Futuro é a parceira do Centro de Operações na elaboração da proposta enviada à Light e na execução do projeto, tendo a Engie e Solarize sendo, respectivamente, responsáveis pelo fornecimento e instalação do sistema fotovoltaico e oferecimento de treinamentos.

Os painéis solares foram instalados de forma que fosse possível otimizar ao máximo o potencial energético da edificação. As placas solares têm vida útil aproximada de 25 anos. Além disso, os painéis são certificados pelo INMETRO com o Selo Procel A, o que garante maior eficiência na conversão da energia solar em eletricidade.
Já as lâmpadas de LED possuem vida útil de até 25 mil horas, o que significa 3 vezes a duração das lâmpadas fluorescentes que eram usadas no edifício. Outra medida importante do projeto foi garantir o descarte ecológico das lâmpadas e reatores substituídos.

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