Começa neste sábado revitalização das margens do Canal de Marapendi, com mutirão de moradores para recolher lixo

Publicado em 24/10/2019 - 18:18 | Atualizado
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Canal de Marapendi, na Barra da Tijuca. Divulgação: Secretaria Municipal de Meio AmbienteCanal de Marapendi, na Barra da Tijuca. Divulgação: Secretaria Municipal de Meio Ambiente

A Secretaria Municipal de Meio Ambiente (SMAC) do Rio de Janeiro começa neste sábado, 26 de outubro, o trabalho para a revitalização das margens do Canal de Marapendi, na Barra da Tijuca. O Centro de Educação Ambiental da SMAC vai mobilizar mutirões com os moradores da região para a limpeza das margens, recolhendo folhas, galhos, restos de poda e sementes de leucena caídas no solo. Os trechos do Canal de Marapendi que sofrerão intervenção estão distribuídos pela avenidas Mário Veiga de Almeida, Grande Canal e Prefeito Dulcídio Cardoso.

Nessa primeira fase do projeto de revitalização, os técnicos vão dar ênfase a chamar atenção da população local para a importância da recuperação da vegetação, apontar espécies nativas que tenham nas margens e conscientizar sobre os benefícios da substituição de espécies arbóreas exóticas invasoras por espécies nativas da Mata Atlântica.

Limpeza no Canal de Marapendi, na Barra da Tijuca. Divulgação: Secretaria Municipal de Meio Ambiente
Limpeza no Canal de Marapendi, na Barra da Tijuca. Divulgação: Secretaria Municipal de Meio Ambiente

O objetivo do projeto é reconstituir e garantir a manutenção da biodiversidade local e dos processos a ela associados, tais como ciclagem de nutrientes, ciclo da água, ciclo do carbono, entre outros. No momento, a empresa contratada para o trabalho de substituição da vegetação exótica invasora faz um inventário da flora e da fauna que deverá estar concluído na próxima semana. Com base nesse levantamento, vão ser definidas as ações que serão desenvolvidas, com detalhamento das espécies exóticas invasoras que serão substituídas por espécies nativas.

Além disso, serão feitos estudos para definir as espécies botânicas mais atrativas à fauna do entorno, para que haja harmonia entre as áreas de remanescentes florestais e a biodiversidade local.

  • 24 de outubro de 2019