Prefeito garante transparência na obra do hospital de campanha da Prefeitura do Rio e rebate fake news

Publicado em 19/05/2020 - 16:19 | Atualizado
Hospital de campanha foi construído para salvar vidas de pessoas infectadas pelo novo coronavírus. Foto: Hudson Pontes/Prefeitura do RioHospital de campanha foi construído para salvar vidas de pessoas infectadas pelo novo coronavírus. Foto: Hudson Pontes/Prefeitura do Rio
O prefeito do Rio de Janeiro, Marcelo Crivella, afirmou nesta terça feira (19/05) que o Hospital de Campanha da Prefeitura, no Riocentro, erguido para atendimento a vítimas da Covid-19, foi construído em conformidade com as exigências da lei e em um processo que teve total transparência. O contrato da obra (de número 031/2020), ao custo de R$ 10.019.537,74, foi publicado no Diário Oficial do Município nesta terça (19/05).

O hospital de campanha, construído para salvar vidas de pessoas infectadas pelo novo coronavírus, foi uma obra emergencial, devido à pandemia, e obedeceu a todos os padrões determinados pela legislação em situações como essa. Em operação desde 1º de maio, a unidade dispõe de 500 leitos (400 de enfermaria e 100 de UTI) e está sendo ocupado gradativamente, conforme a chegada de respiradores e a contratação dos profissionais de saúde.

– É sempre bom deixar tudo bem esclarecido, e isso é transparência, algo muito importante, com relação ao hospital de campanha. Notícias na internet de que o hospital de campanha custou R$ 100 milhões e não teria contrato são injúrias, infâmias e calúnias, que lamentamos que ocorram num momento em que deveríamos estar todos preocupados com a saúde da população e concentrando energia para ajudar uns aos outros a vencer essa pandemia – declarou Crivella, durante entrevista coletiva no Riocentro.

A administração do hospital de campanha é feita pela empresa pública municipal RioSaúde, por intermédio de convênio de gestão firmado com a Secretaria Municipal de Saúde. Esse convênio passa pelo crivo de diversos órgãos da Prefeitura, incluindo a Procuradoria Geral do Município (PGM) e a Controladoria Geral (CGM).

– É com essa transparência que a gente trabalha, e esses atos todos são todos tornados públicos em Diário Oficial. Estamos sempre à disposição para informar e esclarecer, e a Câmara de Vereadores exerce essa fiscalização. Posso assegurar que esse processo no hospital de campanha e todos aditivos para o Hospital Ronaldo Gazolla, em Acari, estão tramitando da forma correta, com apoio de todos os órgãos, como é um dever. Estamos enfrentando a crise, como no mundo inteiro, e aqui não é diferente – disse a secretária municipal de Saúde, Beatriz Busch.

Extrato do contrato, publicado no Diário Oficial desta terça-feira (19/05), mostra que custo foi de R$ 10 milhões, valor dez vezes menor do que o alardeado em redes sociais