Coronavírus: Prefeitura do Rio estabelece novos horários de funcionamento para indústria e comércio

Publicado em 06/04/2020 - 14:30 | Atualizado em 06/04/2020 - 14:47
Crivella doa salário e incentiva população também a contribuir com o Fundo de Combate ao Coronavírus. Foto: Richard Santos - Prefeitura Rio

Trabalhadores da indústria e do comércio terão novos turnos de trabalho a partir desta terça-feira, 07/04, conforme decreto assinado pelo prefeito do Rio, Marcelo Crivella. O decreto determina que o grupo restrito de estabelecimentos comerciais – já antes autorizado a funcionar durante o período da pandemia – deve iniciar suas atividades após 9h.

Nas indústrias, o expediente deverá começar antes das 6h. O objetivo é impedir aglomerações nos meios de transporte público, como uma das medidas do poder municipal para evitar o avanço do coronavírus na cidade.

Ressalvas

O decreto traz ressalvas quanto a atividades que tradicionalmente começam a funcionar antes das 9h, no caso do comércio:

. Padarias, confeitarias, farmácias e drogarias, postos de combustível e lojas de conveniência (sem consumo dentro das lojas) e bancas de jornal poderão abrir antes das 9h.

Já as demais áreas do comércio permitidas por meio de decreto a funcionar na cidade deverão respeitar a determinação de abertura das portas a partir das 9h. Nesse caso, estão:

. mercados, supermercados, hortifrutis e mercearias; açougues, aviários e peixarias; depósitos, distribuidoras e transportadoras (vedada a comercialização de bebida alcóolica); comércio de produtos e equipamentos médico hospitalares e odontológicos, incluindo-se locação; comércio de insumos agrícolas e de medicamentos veterinários, alimentos e produtos de uso animal; hospedagens; lavanderias; comércio de materiais de construção e comércio de gás liquefeito de petróleo (GLP).

A prestação de serviços, por autônomos ou empresas, tais como a realizada por oficinas mecânicas e de reparos de eletrodomésticos, continua autorizada e pode ser iniciada antes das 9h, mas deverá observar a regra de distanciamento mínimo de um metro e meio entre o tomador e o prestador de serviços, ressalvada aquela realizada por profissionais de saúde.