Prefeitura do Rio reforça cooperação entre cidades para superar a crise sanitária da Covid-19

Publicado em 30/07/2020 - 18:22 | Atualizado em 30/07/2020 - 19:32
Fachada da sede da Prefeitura do Rio, o Centro Administrativo São Sebastião (CASS), na Cidade NovaCom a medida, nesta quarta-feira, mais de 67 mil servidores já terão garantido o 13º de forma integral. Foto: Richard Santos / Prefeitura do Rio

A Prefeitura do Rio de Janeiro tem atuado nacionalmente no combate à Covid-19. Desde a queda das taxas de ocupação de leitos, notificações de síndrome gripal e número de óbitos pelo novo coronavírus, a Cidade do Rio passou a cooperar com estados e municípios no enfrentamento à pandemia, através da cessão equipamentos e a doação de remédios.

Saúde é a prioridade da gestão do Prefeito Marcelo Crivella. Nos últimos três anos e meio, a Prefeitura do Rio investiu mais de R$ 370 milhões na renovação do parque tecnológico de saúde do município. A iniciativa, realizada anteriormente à declaração da pandemia do novo coronavírus pela Organização Mundial de Saúde (OMS), em março de 2020, foi essencial para que o município estivesse preparado para enfrentar este grande desafio.

Em 2019, por meio de licitação internacional, foram adquiridos mais de 18 mil itens, dentre os quais 27 tomógrafos, 162 aparelhos de raio-X, 726 respiradores mecânicos e o primeiro aparelho de ressonância magnética da rede pública da cidade. Equipamentos necessários para a oferta de serviços de saúde de qualidade a toda a população e essenciais para o diagnóstico e o tratamento de pacientes com a Covid-19, dentre outras enfermidades. A modernização do parque tecnológico da rede de saúde municipal do Rio de Janeiro também incluiu a compra de cerca de 4 mil camas/macas hospitalares de diversos tipos.

O Município do Rio preparou e equipou a rede municipal de saúde para atender a população, tendo como exemplo os desafios enfrentados pelas regiões que passaram pelo surto da Covid-19 antes do vírus chegar ao Brasil. Para além dos novos equipamentos médicos, foram abertos 1.250 leitos exclusivos para o tratamento da Covid-19 e inaugurado um hospital de campanha com capacidade de 500 leitos, sendo 100 destinados a UTIs e 15 equipados com recursos para hemodiálise.

São desafios como o da Covid-19 que tornam as cidades verdadeiros laboratórios de novas formas de planejamento urbano. Considerando o crescente processo de urbanização, a gestão das cidades tem papel fundamental para a garantia do desenvolvimento sustentável a nível mundial. A relevante atuação dos governos locais neste cenário ampliam seu papel de destaque na agenda política nacional e global.

É nesse contexto que o Ministério da Saúde recorreu à Prefeitura do Rio para empréstimo de medicamentos essenciais ao tratamento da Covid-19 a unidades federativas do Brasil como Rio Grande do Norte, Tocantins e Amapá. O município também atuou na articulação junto a uma rede hospitalar privada para empréstimo e a distribuição de remédios no estado de Santa Catarina.

O preparo prévio e estratégico da Prefeitura do Rio fez com que o município pudesse, sem comprometer a oferta de serviços de saúde aos seus cidadãos, apoiar demais cidades do Estado do Rio de Janeiro. Ao todo, já foram cedidos 468 aparelhos a 22 municípios, o que possibilitou a abertura de 242 leitos de UTI dedicados ao combate da pandemia de Covid-19.

Em âmbito internacional, o município buscou fortalecer a cooperação por meio de canais para intercâmbio de boas práticas. Nos meses de março e abril, foram realizados encontros virtuais entre a Secretaria Municipal de Saúde, a Defesa Civil e o Centro de Operações Rio com cidades chinesas, europeias e latino-americanas para a troca de experiências.

A solidariedade, instrumentalizada pela cooperação, tem sido um complemento importante para o conjunto das ações positivas adotadas pela Prefeitura do Rio. A experiência da Cidade na atual gestão da crise sanitária da Covid-19, entre outros bons exemplos da administração municipal, fortalecem o papel do Rio de Janeiro no cenário político nacional e internacional.