Prefeitura fiscalizou mais de 16 mil estabelecimentos em dois meses durante o combate à pandemia do coronavírus

Publicado em 19/05/2020 - 18:23 | Atualizado em 20/05/2020 - 07:53
Nesta terça-feira (19/05), ação conjunta fiscalizou comércio no entorno da Cidade de Deus. Foto: Divulgação

A Prefeitura do Rio fiscalizou, em dois meses, mais de 16 mil estabelecimentos comerciais em cumprimento ao decreto municipal de enfrentamento à pandemia de Covid-19 na cidade. O resultado é fruto de 146 ações conjuntas coordenadas, diariamente, pela Secretaria Municipal de Ordem Pública (Seop), desde 18 de março. Na manhã desta terça-feira, dia 19, a força-tarefa fiscalizou o comércio (lojista e ambulante) no entorno da Cidade de Deus, na Zona Oeste.

Ao todo, de 18 de março a 18 de maio, a Seop registrou, exatamente, 16.264 fiscalizações em toda a cidade, contabilizando 11.553 estabelecimentos fechados.

Cidade de Deus – Como resultado da ação desta terça na Cidade de Deus, quatro estabelecimentos foram fechados, entre eles duas barbearias, uma loja de laticínios e uma mercearia, que embora seja considerada atividade essencial, funcionava sem alvará. Cinco ambulantes (um deles multado) também foram orientados a interromper suas atividades, desocupando o espaço público. Duas estruturas irregulares montadas na calçada foram retiradas.

A força-tarefa conta com efetivos da Subsecretaria de Operações (Subop) da Seop; Guarda Municipal; Subsecretaria de Licenciamento, Fiscalização e Controle Urbano, vinculada à Secretaria Municipal de Fazenda; Subsecretaria de Vigilância Sanitária, que integra a Secretaria Municipal de Saúde; Comlurb; e, quando necessário, Polícia Militar (em apoio aos agentes municipais).

Disk Aglomeração atendeu 6,7 mil solicitações

Outra frente de fiscalização coordenada pela Seop – com a participação de guardas municipais e policiais militares (Programa Rio+Seguro) –, o Disk Aglomeração atendeu 6.769 ocorrências, de 31 de março a 18 de maio. Os bairros mais demandados, até ontem, foram: Campo Grande, Realengo, Bangu, Santa Cruz, Taquara, Barra da Tijuca, Tijuca, Centro, Copacabana e Recreio dos Bandeirantes.

O serviço de dispersão de pessoas funciona, principalmente, com base em chamados feitos à Central 1746. No planejamento operacional, a prioridade é para demandas como aglomerações em estabelecimentos comerciais essenciais e em áreas públicas de lazer.