Coronavírus: Prefeitura impede atividade irregular de ambulantes na Central do Brasil em ação de combate à pandemia

Publicado em 29/05/2020 - 12:35 | Atualizado
Fiscalização na Central do Brasil retirou barracas e deu fim a aglomerações. Foto: divulgação Seop

A Prefeitura do Rio fiscaliza, nesta sexta-feira (29/05), áreas comerciais do Centro da cidade. Nesta manhã, a força-tarefa coordenada pela Secretaria Municipal de Ordem Pública (Seop) acabou com atividade irregular de ambulantes na Praça Procópio Ferreira, na Central do Brasil. A ação conjunta – que continua em outros pontos do bairro – tem como objetivo fiscalizar o cumprimento do decreto municipal que impôs restrições ao comércio em geral (tanto ambulante como lojista) como medida de combate à pandemia de Covid-19.

Esta é a segunda ação especial na região em duas semanas. No último dia 14, 18 barracas já haviam sido desmontadas no local, com mais de 20 ambulantes abordados (um deles autuado) e apreensão de mercadorias.

 

Funcionários da Comlurb participaram da ação na Central do Brasil. Foto: divulgação Seop

 

O comércio de roupas é considerado serviço não essencial e, portanto, não está autorizado nesses tempos de afastamento social. Foto: divulgação Seop

 

Balanço de ontem

Como resultado da ação desta quinta-feira (28/05), em três bairros da Zona Oeste: Tanque, Pechincha e Rio das Pedras, foram fiscalizados 25 estabelecimentos, dois deles fechados por desacordo com o decreto municipal, e seis ambulantes. Durante a operação, os agentes encontraram a maioria das lojas fechadas (781) em cumprimento às determinações da Prefeitura. Ainda em Rio das Pedras, três veículos foram removidos pela Coordenadoria de Fiscalização de Estacionamentos e Reboques (Cfer), da Seop.

Acumulado 

Em pouco mais de dois meses de ações diárias em toda a cidade (18 de março a 27 de maio), a Seop registrou 21.208 estabelecimentos fiscalizados, registrando 15.179 pontos comerciais fechados.
Já o Disk Aglomeração (com equipes de guardas municipais e policiais militares do Programa Rio+Seguro) atendeu 7.717 ocorrências, de 31 de março a 27 de maio. Os bairros mais demandados, até a data, foram: Campo Grande, Realengo, Bangu, Santa Cruz, Barra da Tijuca, Taquara, Tijuca, Centro, Copacabana e Recreio dos Bandeirantes. Coordenado pela Seop, o serviço de dispersão de pessoas funciona, principalmente, com base em chamados feitos à Central 1746. A prioridade é para demandas de aglomerações em estabelecimentos comerciais essenciais e em áreas públicas de lazer.

Órgãos participantes

A força-tarefa da Prefeitura para fiscalização do comércio contra a pandemia conta com efetivos da Subsecretaria de Operações (Subop) da Seop; Guarda Municipal; Subsecretaria de Licenciamento, Fiscalização e Controle Urbano, vinculada à Secretaria Municipal de Fazenda; Subsecretaria de Vigilância Sanitária, que integra a estrutura da Secretaria Municipal de Saúde; Comlurb; e da Polícia Militar, quando necessário.