Campo de Santana recebe mutirão de limpeza urbana e acolhimento a pessoas em situação de rua

Publicado em 10/07/2019 - 14:43 | Atualizado em 10/07/2019 - 16:04
Limpeza de monumento no Campo de Santana. Foto: Marcelo Piu / Prefeitura do RioLimpeza de monumento no Campo de Santana. Foto: Marcelo Piu / Prefeitura do Rio

O Campo de Santana, no Centro do Rio, recebeu um mutirão de serviços, nesta quarta-feira, 10 de julho, para revitalizar o parque e acolher pessoas em situação de rua. Organizado pela Secretaria Municipal de Envelhecimento Saudável, Qualidade de Vida e Eventos, por meio da Fundação Parques e Jardins, o evento foi feito em parceria com as secretarias municipais de Ordem Pública e de Assistência Social e Direitos Humanos, além da Comlurb e da Guarda Municipal.

Pela manhã, assistentes sociais identificaram aproximadamente 60 pessoas em situação de rua e ofereceram acolhimento institucional: 14 foram encaminhadas para regularizar os documentos, quatro para a Defensoria Pública e nove conseguiram ser inscritas no Programa Minha casa, Minha Vida.
Cerca de 60 garis da Comlurb participaram da ação. Eles coletaram lixo e entulho, podaram árvores e limparam o lago do parque. Agentes da Guarda Municipal reforçaram a segurança, com rondas em bicicletas e motos.

Segundo o secretário Municipal de Envelhecimento Saudável, Qualidade de Vida e Eventos, Felipe Michel, a intenção é que o policiamento seja permanente no parque, já que a principal reclamação dos frequentadores é a falta de segurança:

– Assim que tomei posse, visitei o Campo de Santana e verifiquei a necessidade desse grande mutirão, de fazer um trabalho intenso nesse local histórico. A orientação do prefeito Marcelo Crivella é fazer acontecer a nossa pasta. É o que estamos fazendo, de segunda a segunda.

Veja mais fotos da ação no Campo de Santana

A Comlurb participou da ação no Campo de Santana. Foto: Marcelo Piu / Prefeitura do Rio
A Comlurb participou da ação no Campo de Santana. Foto: Marcelo Piu / Prefeitura do Rio
Árvores do Campo de Santana passaram por poda. Foto: Marcelo Piu / Prefeitura do Rio
Árvores do Campo de Santana passaram por poda. Foto: Marcelo Piu / Prefeitura do Rio
A ação no Campo de Santana foi articulada pela Secretaria Municipal de Envelhecimento Saudável, Qualidade de Vida e Eventos e contou com 60 garis. Foto: Marcelo Piu / Prefeitura do Rio
A ação no Campo de Santana foi articulada pela Secretaria Municipal de Envelhecimento Saudável, Qualidade de Vida e Eventos e contou com 60 garis. Foto: Marcelo Piu / Prefeitura do Rio
A Secretaria municipal de Assistência Social e Direitos Humanos atuou na abordagem à população em situação de rua no Campo de Santana. Foto: Marcelo Piu / Prefeitura do Rio
A Secretaria municipal de Assistência Social e Direitos Humanos atuou na abordagem à população em situação de rua no Campo de Santana. Foto: Marcelo Piu / Prefeitura do Rio
O Campo de Santana passou a se chamar assim em 1753, com o surgimento das primeiras chácaras e a construção ali da igreja dedicada a Nossa Senhora de Santana. Foto: Marcelo Piu / Prefeitura do Rio
O Campo de Santana passou a se chamar assim em 1753, com o surgimento das primeiras chácaras e a construção ali da igreja dedicada a Nossa Senhora de Santana. Foto: Marcelo Piu / Prefeitura do Rio
O Campo de Santana teve seu valor histórico e artístico reconhecido em 1968, quando foi tombado pelo Instituto Estadual do Patrimônio Cultural (Inepac). Desde 1983, é parte da chamada Zona Especial do Corredor Cultural, criada naquele ano, no centro da cidade do Rio. Foto: Marcelo Piu / Prefeitura do Rio
O Campo de Santana teve seu valor histórico e artístico reconhecido em 1968, quando foi tombado pelo Instituto Estadual do Patrimônio Cultural (Inepac). Desde 1983, é parte da chamada Zona Especial do Corredor Cultural, criada naquele ano, no centro da cidade do Rio. Foto: Marcelo Piu / Prefeitura do Rio
  • 10 de julho de 2019