URS Irmã Dulce inicia Oficina de Poesias

Publicado em 22/05/2019 - 20:48 | Atualizado

URS Irmã Dulce inicia Oficina de Poesias

A Unidade de Reinserção Social Irmã Dulce, equipamento da Secretaria Municipal de Assistência Social e Direitos Humanos (SMASDH), localizada no bairro do Rio Comprido, na Zona Norte da cidade do Rio de Janeiro, está com uma novidade que está levand animação para as usuárias, uma oficina de poesias.

O espaço é voltado para o acolhimento de mulheres em situação de extrema vulnerabilidade social. A equipe técnica é formada por assistentes sociais, psicólogo, nutricionista e educadores sociais.

O trabalho de reinserção familiar e comunitário é tealizado por meio do fortalecimento de vínculos e a garantia de direitos. A oficina está sendo realizada pela professora de literatura, Luna Magalhães, que trabalha como voluntária com o projeto “Poesia salva vidas”, usando a poesia enquanto ferramenta de ressocialização.

“Eu acredito que a poesia tem um poder imenso. A ideia do nome é para chamar a atenção para a mudança de vida. Quando os construímos poeticamente, trabalhamos toda a realidade da pessoa. Aqui não usamos apenas o gênero escrito, que é o poema, pois muitas das pessoas assistidas não sabem ler e tem dificuldade para enxergar, então trabalhamos com a poesia que é algo muito maior. A poesia está na música, no teatro e não apenas no gênero escrito, que seria o poema. A nossa intenção é trabalhar as emoções, os sentimentos, utilizando rimas e metáforas”— conta.

Segundo Luna, é comum alguma mulher chegar relutante em participar e depois que entra na turma a mudança positiva é evidente. “Elas começam a interagir e dizem que o dia ficou bem melhor. Eu amo esse projeto e gostaria muito de poder levar a nossa arte para mais equipamentos e mais pessoas” — diz Luna, que também trabalha como voluntária em outras unidades da Prefeitura do Rio.
URS Irmã Dulce inicia Oficina de Poesias

A Unidade de Reinserção Social Irmã Dulce, equipamento da Secretaria Municipal de Assistência Social e Direitos Humanos (SMASDH), localizada no bairro do Rio Comprido, na Zona Norte da cidade do Rio de Janeiro, está com uma novidade que está levand animação para as usuárias, uma oficina de poesias.

O espaço é voltado para o acolhimento de mulheres em situação de extrema vulnerabilidade social. A equipe técnica é formada por assistentes sociais, psicólogo, nutricionista e educadores sociais.

O trabalho de reinserção familiar e comunitário é tealizado por meio do fortalecimento de vínculos e a garantia de direitos. A oficina está sendo realizada pela professora de literatura, Luna Magalhães, que trabalha como voluntária com o projeto “Poesia salva vidas”, usando a poesia enquanto ferramenta de ressocialização.

“Eu acredito que a poesia tem um poder imenso. A ideia do nome é para chamar a atenção para a mudança de vida. Quando os construímos poeticamente, trabalhamos toda a realidade da pessoa. Aqui não usamos apenas o gênero escrito, que é o poema, pois muitas das pessoas assistidas não sabem ler e tem dificuldade para enxergar, então trabalhamos com a poesia que é algo muito maior. A poesia está na música, no teatro e não apenas no gênero escrito, que seria o poema. A nossa intenção é trabalhar as emoções, os sentimentos, utilizando rimas e metáforas”— conta.

Segundo Luna, é comum alguma mulher chegar relutante em participar e depois que entra na turma a mudança positiva é evidente. “Elas começam a interagir e dizem que o dia ficou bem melhor. Eu amo esse projeto e gostaria muito de poder levar a nossa arte para mais equipamentos e mais pessoas” — diz Luna, que também trabalha como voluntária em outras unidades da Prefeitura do Rio.

Para o secretário de Assistência Social e Direitos Humanos, João Mendes de Jesus, esta iniciativa merece todo incentivo.

“É muito importante ver as mulheres nesta atividade. A arte é mesmo um poderoso agente de mudança. Estou me esforçando para levar melhores condições de trabalho para todos. Parabenizo a voluntária e a todos envolvidos” — declara.

Para o secretário de Assistência Social e Direitos Humanos, João Mendes de Jesus, esta iniciativa merece todo incentivo.

“É muito importante ver as mulheres nesta atividade. A arte é mesmo um poderoso agente de mudança. Estou me esforçando para levar melhores condições de trabalho para todos. Parabenizo a voluntária e a todos envolvidos” — declara.