Campanha Carioca +Humano debate Direitos Humanos

Publicado em 03/06/2019 - 19:56 | Atualizado em 03/06/2019 - 20:00

A SMASDH lançou hoje a Campanha Carioca +Humano, na área da 3ª e 4ª CASDH, na Associação Solidariedade Criança Excepcional (Asce), em Higienópolis.

Aproximadamente 100 pessoas participaram do evento, buscando fazer com que a população se afaste do senso comum e ressignifique o conceito de Direitos Humanos.

O secretário de Assistência Social e Direitos Humanos, João Mendes de Jesus, fala sobre o tema. “Os Direitos Humanos são marcos de uma sociedade que deseja ser civilizada. Valorizamos o debate e propomos o paradigma dos Direitos Humanos como uma poderosa influência para transformação da realidade brasileira, em todas as suas dimensões políticas, econômicas, sociais, culturais e ambientais” – afirma.

A coordenadora da 3º CASDH, Emília Nascimento, falou da importância do lançamento da campanha na região.
“A campanha tem a importância de assegurar aos usuários e aos profissionais que executam e operacionalizam a Assistência Social, no nosso município, o reconhecimento que cada um é merecedor. Onde o direito do cidadão precisa ser defendido, preservado individualmente e coletivamente. Nosso principal objetivo é a garantia de direitos aos cidadãos. Por isso foi muito bom o lançamento para nosso território” – enfatiza.

Também estiveram presentes a coordenadora Ana Cláudia de Senna, da 4ª CASDH, Sueli Gonçalves Ferreira, assessora da presidência da ASCE, além de Dácia Cristina Costa, assistente social da Petrobras, mestre em serviço social pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e atual presidente do Conselho Regional de Serviço Social do Rio de Janeiro.

A Subsecretária de Direitos Humanos, Quésia Betânia, explica que os direitos humanos são para todos e não somente para quem vive em vulnerabilidade social. Mas, ressalta que com investimento é possível melhorar o atual quadro. “Eu acredito em políticas públicas para mudar o quadro social de vulnerabilidade. Educação e cultura merecem mais investimentos, pois assim poderemos mudar a concepção em Direitos Humanos” – conclui.