Entenda como funciona a classificação de risco de pacientes que chegam aos hospitais municipais

Publicado em 19/09/2019 - 20:06 | Atualizado em 25/09/2019 - 19:38
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Pacientes recebem atendimento em unidade de saúdePacientes recebem atendimento em unidade de saúde. Foto: Mariana Ramos/Prefeitura do Rio

Os serviços de atendimento de urgência e emergência convivem com grandes filas, e o acolhimento com classificação de risco humaniza e melhora o acesso dos usuários porque determina prioridade no atendimento médico. Esse processo de acolhimento é realizado nas unidades de urgência e emergência dos hospitais, UPAs e CER (Centro de Emergência Regional) por enfermeiros. Esses profissionais avaliam, por um sistema de cores, quem deve ser atendido antes e quem pode aguardar atendimento com segurança.

A avaliação começa após o registro do paciente na recepção da unidade. O paciente é então encaminhado para uma sala de classificação de risco, onde o enfermeiro faz a avaliação do quadro, por meio dos sinais e sintomas descritos pelo usuário. Além disso, o profissional utiliza medições de pressão arterial, temperatura, saturação (nível de oxigênio no corpo) e frequências cardíaca e respiratória do paciente.

Segundo o protocolo, adotado pelo Ministério da Saúde, a cor vermelha significa casos emergenciais, que devem ser atendidos imediatamente. Os pacientes classificados na cor laranja podem esperar até 15 minutos pelo atendimento.  Os casos classificados como verde e azul são de menor urgência, sendo atendidos após todos os classificados como verde, amarelo, laranja e vermelho terem sido devidamente encaminhados.

O fluxo garante melhor assistência, pois reduz o tempo de espera pelo atendimento médico, que inclui consulta, medicação e outros procedimentos. Além disso, a classificação de risco assegura que o paciente seja visto precocemente, por um profissional qualificado, de acordo com a gravidade do seu caso.