Três milhões de pessoas celebram a chegada de 2023 no Rio com muita música e alegria

Publicado em 01/01/2023 - 11:04 | Atualizado em 01/01/2023 - 11:51
O Réveillon da virada marcou a retomada após dois anos de pandemia - Rafael Catarcione/Prefeitura do Rio

Foi épico. Numa programação que contemplou nove regiões do Rio de Janeiro, o mundo se conectou à melhor e maior festa de Réveillon do planeta. O Réveillon da virada marcou a retomada após dois anos de pandemia. Com muita música e alegria, cerca de três milhões de pessoas puderam receber 2023 embalados por artistas dos mais variados ritmos, em uma atmosfera de diversidade e inclusão.

– Precisávamos celebrar esse recomeço após dois anos de pandemia. A festa está maravilhosa, inesquecível. Cariocas e turistas puderam curtir a virada de 2023 em paz e harmonia, com shows maravilhosos e muitos fogos. Essa festa é só o recomeço, vamos ter um ano de muitas alegrias, muitos eventos, mostrando que toda a cidade tem potencial para realizar momentos deslumbrantes. Vamos ter um 2023 de muitas surpresas – disse Ronnie Aguiar, presidente da Riotur.

No céu de Copacabana, um espetáculo de 12 minutos de fogos piro-musicados teve grafismos inéditos e muita tenologia, com brilhos e muitas cores. As 10 balsas posicionadas no mar de Copacabana ofereceram ao público um Réveillon que vai entrar para a história da cidade do Rio de Janeiro. Copacabana também homenageou Elza Soares, Erasmo Carlos, Cássia Eller e Taylor Hawkins.

Mas a noite também foi iluminada nos bairros da Penha, Flamengo, Recreio e Barra da Tijuca. Nos palcos da Ilha do Governador, Piscinão de Ramos, Guaratiba, Sepetiba e Madureira a festa ficou por conta dos shows que levaram o público ao delírio.

Copacabana

Para quem curtiu as atrações do Palco Copacabana, em frente ao Hotel Copacabana Palace, não faltou animação e um ‘toque’ a mais de amor. Iza, ícone pop, foi a primeira grande atração da noite e abriu os trabalhos com seu bonde ‘Pesadão’. Uma apresentação em que não faltaram sucessos, como ‘Fé’, ‘Sem Filtro’ e ‘Mó Paz’. A simpatia foi preenchida pelo swing e molejo de Alexandre Pires com o seu conhecido ‘baile do nêgo véi’’. O público não ficou sem cantar nenhum dos sucessos de ambos os artistas. Pouco antes da contagem regressiva para a virada, o público se emocionou com um vídeo em homenagem ao Rei Pelé, que morreu na última quinta-feira (29/12). Em seguida, mais de dois milhões de pessoas se uniram em uma corrente de alegria para celebrar a chegada de 2023.

– Eu já toquei no Rio de Janeiro antes, mas meu sonho sempre foi tocar no Réveillon do Rio. Para um público de mais de dois milhões de pessoas é algo que eu nunca tinha imaginado. Acredito que nestes 33 anos de carreira é o maior público para o qual eu cantarei. É mais do que uma queima de fogos é essa energia toda, onde cada um tem seu sonho, sua própria energia e religião. Hoje, aqui, não tem somente cariocas, há pessoas de todo o Brasil e com uma com uma energia única –  destacou Alexandre Pires, que foi a segunda atração após a cantora Iza, que abriu o show do palco principal.

O cantor foi enfático ao se referir o que esperar para 2023:

– Que o próximo ano venha com paz, muita saúde, muita energia para o Brasil – disse Alexandre Pires, antes de subir ao palco.

Já no Palco Santa Clara, o encontro com novos artistas da MPB fez da noite mais feliz antes da virada. Ao som de Bala Desejo e Gilson ‘s, grupos que despontam na cena artística, tendo padrinhos musicais como Caetano Veloso e Gilberto Gil. Quem acompanhou os shows não deixou de se divertir e cantar na multidão. Nos intervalos, DJs comandaram a areia, que acabou virando uma efervescente pista de dança.

A animação também esteve presente em todos os demais palcos, onde a festa que celebrou vidas após a pandemia. Com programação variada, o público prestigiou uma seleção de artistas locais que reforçaram a imagem da cidade, exaltando o espírito carioca.

Beth Santos / Prefeitura do Rio
  • 1 de janeiro de 2023
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