Prefeitura do Rio suspende alvará de quiosques da Barra da Tijuca onde congolês foi assassinado

Publicado em 01/02/2022 - 19:38 | Atualizado
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Agente municipal atua em quiosque onde congolês foi morto no Rio - Divulgação

A Prefeitura do Rio, por meio das secretarias de Fazenda e Planejamento (SMFP) e de Ordem Pública (SEOP), suspendeu a licença do alvará de funcionamento dos quiosques 62 A e 62 B (Tropicalia Bar e Lanchonete LTDA), localizados na Avenida Lúcio Costa, na Barra da Tijuca, Zona Oeste do Rio, até que sejam apuradas as responsabilidades sobre a morte do cidadão congolês Moïse Kabamgabe, vítima de agressão no último dia 24 de janeiro.

Tendo em vista que o crime ocorreu nas imediações dos quiosques alcançados pelo contrato de concessão firmado entre o município do Rio e a Orla Rio, a prefeitura informa também que notificou a concessionária para que garanta a restrição temporária de funcionamento dos estabelecimentos.

Os quiosques já foram notificados na tarde desta terça-feira (01/02). A interdição tem o objetivo de garantir a proteção da população local e se manterá em vigor até que seja verificado o atendimento das condições de segurança para reestabelecimento das atividades, em obediência às determinações previstas no termo de permissão de uso do local.

Nesta terça-feira, o prefeito do Rio, Eduardo Paes, recebeu em seu gabinete a família de Moïse. Ele prestou solidariedade à mãe do rapaz, Ivone Lotsove, aos irmãos dele, Djojo e Kevin Lay, e a outros parentes e amigos. Paes pediu desculpas pelo ocorrido em nome da população e colocou a estrutura municipal à disposição da família.

  • 1 de fevereiro de 2022
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