Centro Municipal Hélio Oiticica recebe a I Bienal Carioca de Arte Indígena a partir de sábado

Publicado em 09/08/2022 - 13:02 | Atualizado em 09/08/2022 - 13:20
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Centro Municipal de Arte Hélio Oiticica - Divulgação / Prefeitura

Artistas indígenas de todo o Brasil relembram as lutas dos povos originários do Brasil na I Bienal Carioca de Arte Indígena, projeto inédito patrocinado pelo Fomento à Cultura Carioca (FOCA), da Secretaria Municipal de Cultura. O evento, que é 100% gratuito, será realizado no Centro Municipal de Arte Hélio Oiticica, entre sábado (13/8) e o dia 20 de agosto, sempre das 10 às 18h.

Serão sete dias de exposição em vários formatos, além de outras atividades culturais e encontros. Os artistas são: Xapi Puri Teyxokawa, Djotana Puri Teyxokawa, Sofia Gama, Txama Xambe Puri Teyxokawa, Tutushamum Puri Teyxokawa, Zengoa Ariaacon Puri Uxo Txori, Dauá Puri, Pytuna MC Tupinamba, Moara Tupinamba, Galvino Guajajara, Analu Guajajara, Kael Guajajara, Sandro, Zé Guajajara, Potyra Guajajara, Júlio Ashaninka, Abi Potyguara, Juliana Gomes e Kandu Puri.

O evento ainda conta com rodas de conversa e oficina de artesanato. A abertura e o encerramento, respectivamente no sábado (10h) e 20/8 (16h), será com o grupo Cantos da Aldeia Maracanã, que ocupa o território onde funcionou o antigo Museu do Índio.

A curadora é Kaê Guajajara, que também é cantora, arte educadora e atriz.

 

– O sentido do evento é tornar visível o que, por muito tempo, tentou-se apagar, que são as vivências e resistências indígenas existentes até hoje neste território roubado, que é o Brasil – destacou Kaê..

 

 

Programação

 

Dia 13/8

– Abertura: Cantos da Aldeia Maracanã (Uirahu Guajajara, Urutau  Guajajara, Francislei Maxacali, Potyra  Guajajara), às 10h;

– Visita guiada com monitor, a partir das 11h;

– Visita guiada com libras, das 11 às 12h (agendamento pelo Sympla).

 

Dia 15/8

– Oficina de artesanato, com Maria e Galvino Guajajara, das 13 às 16h. Confecção de filtro dos sonhos. (agendamento pelo Sympla)

 

Dia 16/8

– Roda de conversa para educadores, com Kaê Guajajara, das 13 às 14h (agendamento pelo Sympla). Ementa: informações sobre arte e educação antirracista para as escolas e espaços de ensino, formando a base para a mudança do pensamento colonial que ataca a edução no país;

– Show Kaê Guajajara e Kandu Puri, com intérprete, das 15h30 às 17h.

 

Dia 17/8

– Visita guiada com monitor, a partir das 11h.

 

Dia 18/8

– Roda de Conversa sobre Arte indígena, com Tapixi Puri, mediação de Lucas Munduruku e intérprete, das 14 às 16h. Ementa: A roda de conversa convida artistas Indígenas para falarem sobre suas artes e vivências e sobre a importância da arte como ferramenta de um diálogo, educacional e antirracista, em busca de melhorias para os povos nativos. Os caminhos, os acessos e as faltas de acessos que rodeiam os indígenas em meio a esse cenário da arte, a grandeza e diversidade das culturas originárias e a afirmação do dever de ocupar, continuamente, todos os espaços.

 

Dia 19/8

– Visita guiada com monitor, a partir das 10h;

– Visita guiada com libras, às 16h (agendamento pelo sympla).

 

Dia 20/8

– Visita guiada com monitor, a partir das 10h;

– Visita guiada com libras, 15 às 16h (agendamento pelo Sympla);

– Encerramento: Cantos da Aldeia Maracanã, às 16h.

 

Centro Municipal de Arte Hélio Oiticica: Rua Luís de Camões, Praça Tiradentes, 68, Rio de Janeiro – RJ, 20051-020

Horas: Segunda a sábado, das 10 às 18h.

Telefone: (21) 2242-1012

  • 9 de agosto de 2022
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