Pulseira de identificação garante segurança a crianças (e pais) na praia

Publicado em 27/01/2020 - 07:40 | Atualizado em 27/01/2020 - 08:00
Criança mostra pulseirinha de identificação distribuída pela Guarda Municipal.Criança mostra pulseirinha de identificação distribuída pela Guarda Municipal. Foto: Marco Antônio Rezende / Prefeitura do Rio

Protetor solar, guarda-sol, cadeira, toalha e… pulseirinha de identificação: um item indispensável para quem costuma levar crianças para o banho de mar. Na orla carioca, o Grupamento Especial de Praia e Marítimo (GPM) da Guarda Municipal – que está completando 20 anos – é o responsável pela distribuição do acessório durante o ano inteiro. Mas é nas férias de verão que aumenta a procura pelo serviço.

Em 2019, foram 158 casos de crianças perdidas com pais localizados na orla. De acordo com o comandante do GPM da Zona Sul, inspetor Jorge Luiz Guedes, quando elas estão com pulseirinha, é mais fácil encontrar os responsáveis:

– O pai que se preocupa em colocar a pulseira no filho geralmente é mais atento. E, se a criança se perde, o tempo de localização da família é menor, de 20 a 30 minutos. Se o responsável não é encontrado, a criança é levada para registro em delegacia e, depois, para o Conselho Tutelar.

Acessório tem o nome e o telefone de contato dos responsáveis

A pulseira, que nos últimos anos foi aperfeiçoada e resiste a muitos mergulhos, traz o nome e a idade da criança, além do nome e do telefone dos responsáveis. Durante todo o ano, ela fica disponível nas tendas operacionais da Guarda na orla e, no verdão, as patrulhas que apoiam a operação na praia também oferecem o serviço.

– Enquanto a criança recebe a pulseira, os guardas orientam os pais. Caso ela fique perdida, vão saber onde buscar ajuda – diz Guedes.

Criada em 2000 como Grupamento Especial de Praia, para atuar na orla da Zona Sul, a unidade estendeu suas atividades para a orla da Zona Oeste, em 2011. O antigo GEP foi rebatizado como Grupamento Especial de Praia e Marítimo devido à ampliação de suas atividades, passando a integrar também operações costeiras, que acontecem desde 2019 numa parceria entre a Prefeitura do Rio e a Capitania dos Portos do Rio de Janeiro.