Ambulante Legal distribui mais 150 crachás e chega perto da marca de seis mil trabalhadores beneficiados

Publicado em 16/12/2019 - 17:05 | Atualizado
Paulo Sérgio exibe o crachá de ambulante legal: tranquilidade para trabalhar. Foto: Hudson Pontes / Prefeitura do RioPaulo Sérgio exibe o crachá de ambulante legal: tranquilidade para trabalhar. Foto: Hudson Pontes / Prefeitura do Rio

O prefeito do Rio de Janeiro, Marcelo Crivella, entregou nesta segunda-feira, 16 dezembro, mais 150 crachás de identificação do Ambulante Legal. Com isso, o programa soma 5.899 documentos de identificação e legalização distribuídos desde agosto de 2018, quando foi criado. Os crachás têm QR code, código de barras bidimensional de resposta rápida, que permite ao fiscal e ao consumidor acessarem informações, em tempo real, como nome, número de inscrição e mercadorias autorizadas a comercializar. Além disso, por meio da tecnologia, também é possível verificar o local em que o ambulante tem permissão para atuar.

– Quem tem o crachá vai nos ajudar a fiscalizar. É denunciar no 1746 o ambulante ilegal, para a Prefeitura agir. Nós temos que honrar esse crachá – declarou Crivella, ao entregar pessoalmente os documentos para cada um dos ambulantes.

Lídia Barros, de 71 anos, e Paulo Sérgio Medeiros, de 49, estão entre os beneficiados desta vez. Ambos atuam na Freguesia, em Jacarepaguá. Ela vende bijuterias e bolsas, ele trabalha com peixes em aquários e plantas. Os dois concordam que o crachá no peito é um salto de qualidade no dia a dia na rua.

– É a prova de que estou de acordo com a lei, e fico muito feliz com isso – disse Lídia.

– O próprio consumidor passa a nos ver com outros olhos – completou Paulo Sérgio.

 

Lídia trabalha há 20 anos como ambulante na Freguesia, em Jacarepaguá. Foto: Hudson Pontes / Prefeitura do Rio
Lídia trabalha há 20 anos como ambulante na Freguesia, em Jacarepaguá. Foto: Hudson Pontes / Prefeitura do Rio

 

O evento desta segunda reuniu titulares de licenças para comércio ambulante que trabalham em 21 bairros:  Cascadura, Madureira, Vila da Penha, Pavuna, Vista Alegre, Botafogo, Irajá, Oswaldo Cruz, Taquara, Freguesia, Praça Seca, Pechincha, Jacarepaguá, Gardênia Azul, Anil, Guadalupe, Laranjeiras, Vila Valqueire, Ipanema, Gávea e Copacabana.

O Ambulante Legal tem objetivo de organizar e facilitar a identificação dos ambulantes autorizados a trabalhar na cidade, propondo, inclusive, a implantação de políticas públicas de qualificação profissional aos trabalhadores. O programa também observa o comércio da região, de forma que a organização dos ambulantes não cause qualquer prejuízo ou conflito com o comércio estabelecido no local.